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Encontro de Jovens na Capela

Os jovens maiores de 14 anos estão convidados a comparecerem a Capela Santo Expedito – Sagrado Coração de Jesus – todos os domingos, na missa das 10h30, para participarem de um encontro.

Venha participar do Grupo de Canto

Se você toca algum instrumento e de preferência “CONTRA – BAIXO”, venha fazer parte do nosso grupo de canto. procure o coordenador da musica Leandro (Leo) nas missas de “Domingo”‘ …

Vela Virtual

VENHA PARTICIPAR DA VIA SACRA AS QUARTAS-FEIRAS

Durante a Quaresma, será realizada a Via Sacra toda quarta-feira, a partir das 20h00, na Capela Santo Expedito, com a colaboração da equipe do Apostolado da Oração. Não deixe de comparecer!

Quarta Feira de Cinzas

Começa dia 18/02/2015 (Quarta – Feira)

Mensagem do PAPA FRANCISCO

Boletim da Santa Sé

“Fortalecei os vossos corações” (Tg 5, 8)

Amados irmãos e irmãs,

Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é sobretudo um «tempo favorável» de graça (cf. 2 Cor 6, 2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo tenha dado: «Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro» (1 Jo 4, 19). Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós, conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa connosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), não nos interessam os seus problemas, nem as tribulações e injustiças que sofrem; e, assim, o nosso coração cai na indiferença: encontrando-me relativamente bem e confortável, esqueço-me dos que não estão bem! Hoje, esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial tal que podemos falar de uma globalização da indiferença. Trata-se de um mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de enfrentar.

Quando o povo de Deus se converte ao seu amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta Mensagem, é o da globalização da indiferença.

Dado que a indiferença para com o próximo e para com Deus é uma tentação real também para nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz para nos despertar.

A Deus não Lhe é indiferente o mundo, mas ama-o até ao ponto de entregar o seu Filho pela salvação de todo o homem. Na encarnação, na vida terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus, abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos, do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor (cf. Gl 5, 6). O mundo, porém, tende a fechar-se em si mesmo e a fechar a referida porta através da qual Deus entra no mundo e o mundo n’Ele. Sendo assim, a mão, que é a Igreja, não deve jamais surpreender-se, se se vir rejeitada, esmagada e ferida.

Por isso, o povo de Deus tem necessidade de renovação, para não cair na indiferença nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renovação, gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação.

1. «Se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros» (1 Cor 12, 26): A Igreja.

Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus, que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo que antes experimentámos. O cristão é aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-pés. Pedro não queria que Jesus lhe lavasse os pés, mas depois compreendeu que Jesus não pretendia apenas exemplificar como devemos lavar os pés uns aos outros; este serviço, só o pode fazer quem, primeiro, se deixou lavar os pés por Cristo. Só essa pessoa «tem a haver com Ele» (cf. Jo 13, 8), podendo assim servir o homem.

A Quaresma é um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos como Ele. Verifica-se isto quando ouvimos a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos, nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que, com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações; porque, quem é de Cristo, pertence a um único corpo e, n’Ele, um não olha com indiferença o outro. «Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria» (1 Cor 12, 26).

A Igreja é communio sanctorum, não só porque, nela, tomam parte os Santos mas também porque é comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons; e, entre estes, há que incluir também a resposta de quantos se deixam alcançar por tal amor. Nesta comunhão dos Santos e nesta participação nas coisas santas, aquilo que cada um possui, não o reserva só para si, mas tudo é para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não poderíamos jamais, com as nossas simples forças, alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos à sua obra de salvação.

2. «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9): As paróquias e as comunidades

Tudo o que se disse a propósito da Igreja universal é necessário agora traduzi-lo na vida das paróquias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que fazemos parte de um único corpo? Um corpo que, simultaneamente, recebe e partilha aquilo que Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais frágeis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal pronto a comprometer-se lá longe no mundo, mas que esquece o Lázaro sentado à sua porta fechada (cf. Lc 16, 19-31)?

Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos dá, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja visível em duas direcções.

Em primeiro lugar, unindo-nos à Igreja do Céu na oração. Quando a Igreja terrena reza, instaura-se reciprocamente uma comunhão de serviços e bens que chega até à presença de Deus. Juntamente com os Santos, que encontraram a sua plenitude em Deus, fazemos parte daquela comunhão onde a indiferença é vencida pelo amor. A Igreja do Céu não é triunfante, porque deixou para trás as tribulações do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes pelo contrário, pois aos Santos é concedido já contemplar e rejubilar com o facto de terem vencido definitivamente a indiferença, a dureza de coração e o ódio, graças à morte e ressurreição de Jesus. E, enquanto esta vitória do amor não impregnar todo o mundo, os Santos caminham connosco, que ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria no Céu pela vitória do amor crucificado não é plena enquanto houver, na terra, um só homem que sofra e gema, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da Igreja: «Muito espero não ficar inactiva no Céu; o meu desejo é continuar a trabalhar pela Igreja e pelas almas» (Carta 254, de 14 de Julho de 1897).

Também nós participamos dos méritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no nosso desejo de paz e reconciliação. Para nós, a sua alegria pela vitória de Cristo ressuscitado é origem de força para superar tantas formas de indiferença e dureza de coração.

Em segundo lugar, cada comunidade cristã é chamada a atravessar o limiar que a põe em relação com a sociedade circundante, com os pobres e com os incrédulos. A Igreja é, por sua natureza, missionária, não fechada em si mesma, mas enviada a todos os homens.

Esta missão é o paciente testemunho d’Aquele que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A missão é aquilo que o amor não pode calar. A Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a cada homem, até aos confins da terra (cf. Act 1, 8). Assim podemos ver, no nosso próximo, o irmão e a irmã pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo que recebemos, recebemo-lo também para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irmãos possuem é um dom para a Igreja e para a humanidade inteira.

Amados irmãos e irmãs, como desejo que os lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas paróquias e as nossas comunidades, se tornem ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença!

3. «Fortalecei os vossos corações» (Tg 5, 8): Cada um dos fiéis

Também como indivíduos temos a tentação da indiferença. Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa incapacidade de intervir. Que fazer para não nos deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência?

Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e 14 de Março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração.

Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com gestos de caridade, tanto a quem vive próximo de nós como a quem está longe, graças aos inúmeros organismos caritativos da Igreja. A Quaresma é um tempo propício para mostrar este interesse pelo outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas concreto – da nossa participação na humanidade que temos em comum.

E, em terceiro lugar, o sofrimento do próximo constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos. Se humildemente pedirmos a graça de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, então confiaremos nas possibilidades infinitas que tem de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir à tentação diabólica que nos leva a crer que podemos salvar-nos e salvar o mundo sozinhos.

Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos para viverem este tempo de Quaresma como um percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31). Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um coração que se deixe impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo, um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro.

Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: «Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração semelhante ao vosso» (Súplica das Ladainhas ao Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso, que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na vertigem da globalização da indiferença.

Com estes votos, asseguro a minha oração por cada crente e cada comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal, enquanto, por minha vez, vos peço que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

Vaticano, Festa de São Francisco de Assis,

 

 

Terço dos Homens

Todos os homens  estão convidados para a celebração  do ”Terço dos Homens” que acontece na próxima quarta-feira, dia 11 de fevereiro, às 20h00 na Capela Santo Expedito.

OS MÁRTIRES BRASILEIROS:

Nossa igreja tem como padroeiro Santo Expedito, um santo Mártir que viveu nos primeiros séculos do cristianismo, em um tempo de grandes perseguições religiosas. O Mártir é  aquele que derrama seu sangue para testemunhar sua fé. Durante as perseguições contra os cristãos nos primeiros séculos muitos homens e mulheres entregaram a própria vida para  não renegarem a fé. Preferiram que lhes matassem o corpo mas não matassem a alma.

Desta época, além de Santo Expedito, conhecemos São Jorge, São Sebastião, Santa Inês, Santa Cecília e tantos outros.

Ao longo da história e até hoje muitas pessoas perdem a vida por causa de sua fé, levando às últimas consequências a Palavra que diz: ‘quem perder sua vida irá salvá-la’. Os noticiários trazem informações das perseguições aos católicos do Oriente Médio por parte de extremistas muçulmanos.

No Brasil ainda não é muito conhecido o caso dos BEM AVENTURADOS MÁRTIRES PADRE SOVERAL E SEUS COMPANHEIROS, que foram mortos durante a celebração de uma Missa na Capela de Cunhaú, no Rio Grande do Norte, no século XVII, mais precisamente no ano de 1645, num massacre promovido pelos CALVINISTAS ( protestantes que deram origem posteriormente aos presbiterianos ). Morreram em oração, confessando seus pecados e dando graças e louvores ao Santíssimo Sacramento. Teriam sido poupados se renegassem a fé católica, mas ouviram o que disse Jesus: ‘NÃO TEMAIS OS QUE MATAM O CORPO, MAS NADA PODEM FAZER CONTRA SEU ESPÍRITO!’

Padre Eduardo

 

 

 

Sobre a Validade do Batismo

É muito comum pessoas chegarem para dar entrada num PROCESSO MATRIMONIAL e descobrirem que o seu BATISMO não é válido.

E por que isto acontece?

Porque foram batizadas em igrejas ou com ritos ou, ainda, por pessoas que não satisfazem as condições necessárias para que a IGREJA CATÓLICA APOSTOLICA ROMANA, a igreja do Papa, a igreja que nasceu do sangue derramado do peito aberto de Jesus, reconheça aquele BATIZADO como VERDADEIRO.

Não basta apenas a intenção de BATIZAR, é preciso que existam todas as condições necessárias, entre elas a reta intenção de fazer o mesmo que a Igreja faz, sem outras finalidades ou interesses.

A Igreja Católica Apostólica Romana reconhece a validade do BATISMO realizado por algumas igrejas, como a Anglicana e a Luterana, entre outras.

No Brasil, a maior parte dos casos de BATISMO NÃO VÁLIDO se dá com relação às igrejas que se denominam católicas mas não estão em comunhão com o Papa, que antigamente eram chamadas ‘igrejas brasileiras’’ ou algumas igrejas que se denominam ortodoxas mas não pertencem aos ramos orientais que se originaram do cisma do oriente na idade média.

É muito comum estas igrejas utilizarem imagens de santos católicos e trazerem o nome de padroeiros católicos. Se você está procurando o BATISMO CATÓLICO, antes de realizar o BATISMO verifique se a igreja é VERDADEIRAMENTE CATÓLICA. Não se deixe enganar…

Se você está em dúvida sobre alguma igreja e sobre a validade do Batismo nela realizado mande um e-mail para nós ou consulte o Tribunal Eclesiástico pelo telefone (11) 3826-5143 ou envie mensagem para o mesmo tribunal: ter.sp@ig.com.br

 

 

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

foto procissao 03foto procissao 02Vejam fotos da missafoto - procissão 27 de junho e procissão em louvor do Sagrado Coração de Jesus, realizadas no dia 27 de junho passado, na Capela Santo Expedito – Sagrado Coração de Jesus

CONFISSÕES COMUNITÁRIAS

No mês de março teremos confissões comunitárias, em breve divulgaremos as datas e horários. Não deixe de comparecer!

O Papa e o Sacramento da Confissão

O Papa Francisco dedicou a sua Catequese conferida durante a audiência Pública de quarta feira, 19, ao tema do sacramento da confissão. Recentemente, Francisco já havia demostrado sua preocupação com o fato de muitos fiéis católicos não receberem o sacramento da confirmação (Crisma) e assim permanecerem com a iniciação e a vida cristã incompleta. Agora o santo Padre da um “puxão se orelha” naqueles fiéis que nunca buscam a confissão com o sacerdote a pretexto de se confessarem diretamente com Deus.

“Alguém pode dizer: `Eu me confesso somente com Deus´”, disse o Papa, em seu natural tom coloquial. “Sim você pode dizer a Deus: “Perdoa-me”, e dizer-lhe seus pecados são também contra os nossos irmãos, contra a Igreja e por isso é necessário pedir perdão à Igreja e aos irmãos, na pessoa do sacerdote”, afirmou Francisco. Sobre a vergonha que se pode sentir durante a confissão, o Papa objetou: a vergonha também é boa, é saudável ter um pouco de vergonha nos faz bem, nos faz humilde. E o sacerdote recebe com amor e com ternura essa confissão e, em nome de Deus, perdoar.

O Papa ressaltou ainda que, do ponto de vista humano a confissão com o sacerdote ajuda a desabafar aquela coisa que pesa no coração. “Por isso, não tenha medo da confissão”. Uma pessoa quando esta na fila pra se confessar sente todas estas coisas, também a vergonha, porém, logo quando termina a confissão, sai livre grande, belo, perdoado, puro, feliz. E essa é a beleza da confissão.

Em nossa comunidade, há atendimento de confissões toda 5º feira das 9:00hs a 12:00hs e em horário em que o Padre esteja disponível.

Em preparação para a Pascoa, no dia 03/abril das 20:00hs as 21:00hs estará disponíveis 10 Padres para confissões. Também todo dia 19, há atendimento de confissões.

 

Exposição do ”Santíssimo Sacramento” nas segundas e quintas-feiras

O ”Santíssimo Sacramento” fica exposto na Capela Santo Expedito nas segundas e quintas-feiras.

Na segunda-feira é celebrada missa às 9h00, e em seguida o ”Santíssimo Sacramento” fica exposto até a missa das 16h00.

Na quinta-feira, ocorre a Adoração ao Santíssimo às 8h00, e depois às 16h00, sendo que durante todo o dia prossegue a exposição até a missa das 20h00.

Paz com fraternidade – Cardeal Odilo Pedro Scherer comenta mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz

A primeira Mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial da Paz trata do tema “Fraternidade, fundamento e caminho para a paz”. O Papa vai ao essencial e fala de “fundamento” e “caminho”: fraternidade, como base sólida. Se a paz não for edificada sobre ela, não terá solidez e qualquer estremecida a pode abalar e romper.

Não deixa de ser verdadeiro que “a paz é obra da justiça’’; mas a justiça fria, sem a marca da fraternidade, não é capaz de edificar paz verdadeira. Mais ainda, se a justiça for a dos vencedores, dos mais fortes e prepotentes… A fraternidade sim, aliada à justiça, será capaz de dar fundamento sólido à paz.

A segunda parte do tema fala em “caminho”: a fraternidade é caminho para a paz. Se queremos a paz, promovamos a fraternidade; Não é o uso da força e da violência que consegue a paz; sem a força desarmada da fraternidade, a paz não será verdadeira nem firme. Paz forçada, com humilhação, suscita ódio e sede de vingança.

Muitas são as razões para edificar a paz na fraternidade, percorrendo os caminhos da fraternidade: o homem não é feito para o ódio, mas para o diálogo e a convivência. Mesmo se há alguma filosofia que afirma serem a violência e o ódio as tendências básicas do ser humano (“homo hominis lupo”), não é assim que o cristianismo vê o homem.

O próximo não deve ser visto como um concorrente, um adversário ou um inimigo a eliminar. Somos todos membros da grande família humana, descendentes de Adão e Eva, filhos amados do único Deus e Pai. Somos irmãos em Jesus Cristo – “vós todos sois irmãos”… E, porque somos “filhos no Filho”, temos acesso a Deus e estamos diante de Deus com igual dignidade.

Estas razões da fé nos fazem ver em cada ser humano um irmão e irmã, um companheiro de caminho, com quem temos a graça de percorrer as estradas da vida, unidos pelos suaves laços da fraternidade. A solidariedade expressa de forma concreta a fraternidade e traduz o interesse de uns pelos outros; alegrias, dores e esperanças de nossos irmãos nos dizem respeito e são, de alguma forma, também nossas.

O Papa vai a algumas conseqüências práticas. Lembra a encíclica de Bento XVI Caritas in Veritate, de predecessor, Bento XVI, que já havia apontado para a necessidade de introduzir na economia a lógica da solidariedade e da gratuidade. Já o haviam dito também Paulo VI, na encíclica Populorum Progressio, e João Paulo II, na Sollicitudo Rei Socialis.

A economia movida pela lógica da concorrência e pela busca do lucro sempre maior, não consegue eliminar a pobreza; pelo contrário, acaba eliminando oportunidades e empurrando sempre mais gente para a pobreza. A fraternidade é necessária para vencer a pobreza; a vida econômica precisa deixar-se revitalizar pelo oxigênio da fraternidade, para não ser vitimada pela concentração asfixiante de bens e oportunidades.

As guerras continuam a manchar o convívio entre os povos. Como superá-las? Responde o papa Francisco: “a fraternidade extingue a guerra”, porque faz cair os motivos da guerra e introduz uma nova lógica no convívio entre os povos.

A corrupção e o crime organizado são contrários à fraternidade; são males sociais e morais que desencadeiam outros males. Finalmente, lembra o Papa: a natureza será cuidada e preservada, se tivermos em conta que não somos os seus únicos beneficiários; a ecologia também requer atitudes e comportamentos mais fraternos.

Publicado em O SÃO PAULO, ed. de 07.01.2014

Dom Odilo Scherer

 

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